quarta-feira, 28 de outubro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO



O Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativo de Dume surge com a formação da Associação em 1983. É descendente da antiga Rusga de São Martinho que desde os anos 30 participava nas Festas Sanjoaninas da cidade de Braga.
A sua acção tem-se desenvolvido por todo o país, participando em diversos eventos culturais onde se destaca a sua participação nas festas do Fogo do Rio Reno e das comunidades europeias aquando da sua deslocação à ex-R.F.A..
Foi percursor, em 1985, do Festival Folclore “VALE DO CÁVADO”.
Em Julho de 2005, juntamente com o Grupo Coral, representou no Parque das Nações em Lisboa, o Distrito de Braga na final nacional do Concurso Etnográfico Henrique Rabaço, comemorativo dos 75 anos do INATEL.
Organiza todos os anos o Festival de Folclore de Dume.
Tem como projecto fundamental a preservação, a recolha e a divulgação do folclore do Vale do Cávado, usos, trajes, costumes e tradições da sua Freguesia.
As danças são características do baixo Minho, tais como: Viras, Malhões, Polcas, Chulas. O Grupo usa como Trajes Domingueiros: Vale do Cávado ou Capotilha, Senhora Rica ou de Encosta, de Ribeira ou Lavradeira e de Vald’Este com a variante de Sequeira e traje masculino. Possui também uma vasta variedade de Trajes de Trabalho.
A sua Tocata ou Ronda é composta por concertina, violão, viola braguesa, cavaquinhos, ferrinhos, reco‑reco, bombo.
O Grupo é habitualmente composto por cerca de 40 elementos e tem como Director Artístico José Manuel Macedo. Os ensaios decorrem às terças-feira pelas 21horas 30 minutos no Centro Paroquial de Dume.







GRUPO DE CAVAQUINHOS



O Grupo de Cavaquinhos da Associação Cultural e Recreativa de Dume surge com a formação da Associação em 1983.
O Grande objectivo que presidiu à sua criação, foi por um lado o cumprimento do consignado nos estatutos da Associação; a preservação e divulgação da música tradicional portuguesa, por outro a necessidade de formação de tocadores para o Grupo Folclórico da Associação.
Foi o seu primeiro responsável e entusiasta o Sr. João Teixeira, exímio tocador de instrumentos de corda.
Sucedeu-lhe o Sr. António Andrade, até ao momento em que se tornou numa secção inactiva.
O Grupo de Cavaquinhos da A.C.R.D., além de conjuntamente com o Grupo Folclórico ter participado na deslocação à Ex. R.F.A., a convite da Associação Lusitana de Bona, par aí participar nas Festas do fogo do Rio Reno e das Comunidades Europeias, participou em outros eventos, acompanhando o Grupo Coral e em Festas e Romarias e no espectáculo que a A.C.R.D. organizou para a Casa de Saúde de Nogueiró em homenagem ao Dr. António Palha, realizado no Teatro Circo – Braga.
Depois de alguns anos esta secção voltou à actividade, é seu responsável Luís Nascimento.
Realiza os seus ensaios às quintas-feiras pelas 21horas no Centro Paroquial de Dume.










MOÍNHO VIVO

No início da década de 9O, na zona bucólica dos moinhos, no sopé do Monte Castro, o último moinho de Dume inspira uma secção juvenil pró ambiente, da ACRD, que passa a chamar-se "Moinho Vivo". As suas palavras-chave são Natureza-Progresso-Vida. Fazendo seu, o lema do Sierra Clube, crianças e jovens, gritam pacificamente: "Não oposição cega ao progresso mas oposição ao progresso cego!". Porém, o moinho de pedra e telha, e o seu enquadramento natural, desaparecem! Mas porque aquele era um símbolo do "Moinho Vivo" de carne que és tu e eu, o tema continua cada vez mais actual e parafraseando os "ameríndios" pergunta-se: Será necessário cortar a última árvore, envenenar o último rio e capturar o último peixe para nos darmos conta de que o dinheiro não se pode comer?
A secção do Moinho Vivo ressurge agora no ano de 2008 pela mão do seu mentor original, José Duarte.

GRUPO JÚNIOR



Este pequeno grupo, auto denominado de “Júnior”, aparece pela primeira vez na comemoração do 25º aniversário da A.C.R.D.. Integrado na A.C.R. de Dume,  tem como objectivo incentivar nas crianças e pré-adolescentes o gosto pela Música. Naturalmente, por contágio, também os Pais estão envolvidos pois, sem eles, não pode haver “educação”. Estas crianças poderão, se gostarem e os Pais entenderem que vale a pena, vir a integrar o Grupo Coral e, assim, dar continuidade a um projecto que se vem desenvolvendo desde há vinte e cinco anos. De momento não se lhes pode exigir muito porque o tempo de trabalho ainda é pouco. Acreditem, porém, que vão dar o seu melhor. É orientador deste grupo o Professor António da Costa Gomes.